| 1 x de R$180,00 sem juros | Total R$180,00 | |
| 2 x de R$104,98 | Total R$209,97 | |
| 3 x de R$70,35 | Total R$211,07 | |
| 4 x de R$53,49 | Total R$213,98 | |
| 5 x de R$43,12 | Total R$215,64 | |
| 6 x de R$36,10 | Total R$216,61 | |
| 7 x de R$31,07 | Total R$217,53 | |
| 8 x de R$27,27 | Total R$218,20 | |
| 9 x de R$24,31 | Total R$218,86 | |
| 10 x de R$22,00 | Total R$220,03 | |
| 11 x de R$20,10 | Total R$221,20 | |
| 12 x de R$18,51 | Total R$222,19 |
Você tem na sua timeline uma autentica raridade!
Trata-se de uma preciosa edição de 1839, em francês, em formato de bolso, ideal para carregar consigo como um verdadeiro companheiro na batalha espiritual diária. A obra? Nada menos que o clássico imortal: Le Combat Spirituel, do grande Lorenzo Scupoli — uma verdadeira escola de santidade que atravessou os séculos com força e atualidade impressionantes.
Traduzido ao francês por P. Brignon, este livro foi o preferido de São Francisco de Sales — sim, exatamente! O santo doutor da mansidão carregava-o sempre no bolso, e chegou a dizer que nenhum outro livro, fora o Evangelho, teve tamanha influência em sua vida espiritual. Isso por si só já bastaria para fazer desta obra uma relíquia venerável, mas esta edição ainda soma o charme de sua antiguidade: folhas douradas, capa dura, bem conservada, e com quase dois séculos de história impressa em cada página.
Uma joia da ascese cristã, com conselhos práticos, profundos e realistas sobre como vencer as paixões, resistir às tentações e manter a alma firme na paz de Deus. Mesmo com seus 186 anos, continua sólido, belo e inspirador — e se for bem cuidado, pode atravessar mais dois séculos como testemunha silenciosa da luta pela santidade.
Autor: Lorenzo Scupoli
Tradutor: P. Brignon
Editora: P. Pradel et Comp.
Ano: 1839
Páginas: 384
Tamanho: 11 x 7 cm
Condição: O livro está em boas condições, apesar dos seus respeitáveis 186 anos de idade. Em formato de bolso, com capa dura, folhas com douração nas bordas e um charme que atravessou séculos!
Se continuar sendo bem cuidado, pode muito bem aguentar mais 200 anos — provavelmente vai enterrar a gente e seguir firme na estante de algum bisneto curioso.
